Solução encontrada por pesquisadores da Universidade de Griffith foi adicionar eletrólitos, comuns em isotônicos, à bebida. No entanto, teor alcoólico caiu

Zach Galifianakis, Bradley Cooper e Ed Helms no primeiro
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Zach Galifianakis, Bradley Cooper e Ed Helms no primeiro "Se Beber, Não Case!"


Sair, festejar, dormir, acordar e não se lembrar de quase nada da noite anterior. Essa é a base dos filmes da franquia "Se Beber, Não Case!", mas pode ter acontecido com qualquer um. Pesquisadores da Universidade de Griffith, na Austrália, trabalham para que a ressaca vire caso raro, ou pelo menos no caso da cerveja.

Desenvolvida por pesquisadores do instituto de saúde da universidade, a cerveja promete agir de modo contrário ao restante das bebidas alcoólicas. Ao passo que a ressaca é causada principalmente por conta da desidratação do corpo, os cientistas adicionaram a esta bebida uma quantidade considerável de eletrólito - ingrediente comum nos isotônicos - fazendo com que a cerveja, ao invés de desidratar, aja no sentido contrário.

No entanto, não espere que a cerveja hidratante contenha a mesma quantidade de álcool que as cervejas comuns. Para conseguir o feito, os pesquisadores tiveram que reduzir o teor de álcool, e uma das críticas que o projeto recebeu é por justamente possibilitar um consumo maior.

A equipe recentemente testou a ideia, modificando os ingredientes em quatro variedades diferentes de cerveja: duas comerciais, uma artesanal e uma light. Os pesquisadores observaram que as alterações não afetam o sabor em nenhuma. A cerveja modificada ainda não tem data para ser lançada no mercado. 

* Bebidas alcoólicas são proibidas para menores de 18 anos. Se beber, não dirija.

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