Ao lado de atores famosos, presidente e vice-presidente dos EUA pedem que os homens não fiquem parados e "façam parte da solução" deste problema

Joe Biden, Barack Obama, Daniel Craig, Dulé Hill, Steve Carell, Seth Meyers e Benicio Del Toro
Reprodução/YouTube
Joe Biden, Barack Obama, Daniel Craig, Dulé Hill, Steve Carell, Seth Meyers e Benicio Del Toro


O que uniria Barack Obama e Joe Biden, presidente e vice-presidente dos EUA, respectivamente, e os atores Daniel Craig - o atual James Bond -, Benicio Del Toro, Dulé Hill, Seth Meyers e Steve Carell em uma mesma produção? Violência sexual contra as mulheres.

Os sete aparecem no vídeo (clique para assistir) da campanha " 1 is 2 Many ", que pode ser entendido como "um caso de violência sexual já é muito", divulgado na última terça-feira pelo perfil da Casa Branca no YouTube.

Obama, Biden, Craig e os outros pedem que os homens façam parte da solução deste problema nos EUA - embora a mensagem seja válida para todos os países -, denunciando casos e ajudando as vítimas, não as culpando, como 26% dos brasileiro entrevistados fizeram em uma recente pesquisa do Ipea (Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas). Leia abaixo a transcrição do diálogo:

"Nós temos um grande problema e precisamos da sua ajuda. Está acontecendo em campus universitários, em bares, em festas e até em colégios. Está acontecendo com nossas irmãs, nossas filhas, nossas esposas, nossas amigas. Se chama violência sexual, e isso precisa parar. Nós temos que parar com isso, então escute. Se ela não consentir ou não puder consentir, é estupro, é violência, é crime, é errado. Se eu visse isso acontecendo, fui ensinado a fazer algo a respeito. Se eu visse isso acontecendo, eu denunciaria. Se eu visse isso acontecendo, eu nunca culparia a mulher. Eu a ajudaria. Porque eu não quero ser parte do problema. Eu quero ser parte da solução. Precisamos que todos vocês façam parte da solução. Isto é sobre respeito, sobre responsabilidade. Cabe a todos nós acabar com a violência sexual. E isso começa com você. Porque um [caso] é muito."

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