Reconhecido como esporte mental desde 2012, modalidade cresce entre os brasileiros. Jogadora profissional e membro do Akkari Team, Renata Teixeira fala sobre como deixou de ser amadora e dá dicas para quem planeja ir pelo mesmo caminho

André Akkari, jogador profissional de pôquer e campeão de um evento do WSOP, e Ronaldo
Divulgação
André Akkari, jogador profissional de pôquer e campeão de um evento do WSOP, e Ronaldo

Em 2014, o Brasil passou a sediar o maior torneio de pôquer do mundo fora dos Estados Unidos, o BSOP Millions , realizado nesta semana e que contou com 2.934 inscrições, 202 a mais que o Beijing Millions, na China, então dono do recorde.

Meses antes, o paulista Bruno "Foster" Politano  superou mais de seis mil jogadores e classificou-se para a grande final do WSOP , em Las Vegas, nos EUA, e tornou-se o primeiro brasileiro a garantir uma vaga na decisão.

Foster não conseguiu o bracelete dourado  nem o gordo prêmio de US$ 10 milhões, mas é um dos exemplos do crescimento da modalidade, reconhecida como esporte mental desde 2012, no Brasil.

Para falar sobre o pôquer e o número cada vez maior de jogadores amadores em busca da profissionalização no esporte, convidamos a jogadora Renata Teixeira para o Papo na Redação . Conhecida nas partidas online como " XTinhAx ", Renata é uma das integrantes do Akkari Team, equipe que André Akkari , um dos únicos brasileiros com um título do WSOP, mantém em seu QG, em Cabreúva, interior de São Paulo, e deu dicas de como se tornar um profissional e viver exclusivamente do pôquer. Assista ao bate-papo abaixo:


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