Paulistano analisa comportamento feminino em diferentes países e conta experiências pessoais em blog

Após terminar um relacionamento de dois anos por conta do ciúme da namorada, um empresário paulistano do ramo digital, com dezenas de negócios online, decidiu rodar o mundo em busca da mulher perfeita. Aos 30 anos de idade, o rapaz prefere ser identificado como "Viajante Anônimo" e coloca as suas experiências no  www.viajanteanonimo.com , blog que reúne dicas de lugares e festas para conhecer mulheres pelo planeta.

Balada em Varsóvia, na Polônia, um dos destinos do Viajante Anônimo
Viajante Anônimo
Balada em Varsóvia, na Polônia, um dos destinos do Viajante Anônimo


"Acho que o anonimato te permite contar histórias mais íntimas sem ter que se preocupar com reações negativas. Não sei se gostaria que as amigas da minha futura esposa pudessem ler meus relatos públicos sobre as mulheres que já transei", disse em conversa com o iG Deles .

Mas como surgiu essa ideia? "Uma amiga holandesa comentou que havia conhecido algumas brasileiras, e ficou impressionada como elas eram ciumentas com os namorados. Nessa hora, pensei: ‘acho que o problema não é só meu. Vou viajar para estudar como é o comportamento das mulheres lá fora, e quem sabe encontrar uma mulher para ser mãe dos meus filhos", comentou o Viajante Anônimo.

Mulherada na Tailândia
Viajante Anônimo
Mulherada na Tailândia


Apesar dos inúmeros pedidos para revelar sua identidade, ele pretende permanecer longe dos holofotes para conseguir realizar. "Já recebi várias críticas de grupos feministas que enxergam meus relatos de viagens como machistas, mas o que elas não entendem é que esse é o jeito que os homens conversam e eles são meu público-alvo".

Já recebi várias críticas de grupos feministas que enxergam meus relatos de viagens como machistas, mas o que elas não entendem é que esse é o jeito que os homens conversam"

O Viajante Anônimo já visitou 30 países e deve passar por mais 10 países em 2016. "Eu tenho um jeito bastante peculiar de viajar. Simplesmente abro meu aplicativo de bookar passagens, coloco o país que estou, defino uma data, e peço para ele me mostrar as passagens mais baratas para qualquer lugar no mundo. Se o país for interessante e ainda não explorado por mim, eu compro e vou", contou o paulistano.

"Da última vez eu estava em Kiev na Ucrânia e fui parar em Thessalonik na Grécia. Mas gostaria bastante de completar a Oceania e a América do Sul inteira este ano", completou.

As mulheres mais surpreendentes

De todas as localidades em que esteve, o Viajante Anônimo se surpreendeu com as ucranianas. "As mulheres da Ucrânia parecem modelos, e muitas acabam namorando homens muito inferiores a elas, tanto na educação quanto na beleza. O sonho de muitas jovens ucranianas é casar com caras que possam levá-las para morar em outro país o quanto antes", contou.

Um belo dia de compras em Budapeste, na Hungria
Viajante Anônimo
Um belo dia de compras em Budapeste, na Hungria


Mas não são apenas as ucranianas que chamaram atenção do rapaz. "Gosto muito das russas, o percentual de mulheres bonitas no meio da rua é muito alto. Lembro que as vezes eu acordava cedo e ia passear de metrô, não pra conhecer a cidade, mas para apreciar as gatas. As húngaras também chamam minha atenção, sou apaixonado por morenas de olhos azuis. Aahh, as polonesas... Tão doces... Devem ser ótimas mães", lembrou.

Histórias do viajante

O rapaz se relaciona com as mulheres dos países que visita, claro. Segundo ele, "você não aprende a marcar gol lendo livros sobre futebol". E são muitas as histórias inusitadas que ele tem no currículo, incluindo até, digamos, uma aventura sexual em família na cidade de Londres, na Inglaterra.

As húngaras também chamam minha atenção, sou apaixonado por morenas de olhos azuis. Aahh, as polonesas... Tão doces... Devem ser ótimas mães"

"Conheci uma modelo na rua, saímos para jantar à noite, e a mãe dela (mais bonita que a filha) passou em frente ao restaurante que estávamos - supostamente por coincidência. Fui apresentado e a convidei para beber conosco. Na quarta garrafa de vinho, o restaurante ia fechar, e decidimos ir os três para o meu quarto do hotel continuar bebendo. O resultado? Deixo pra mente criativa dos leitores", disse o Viajante Anônimo.

Tem também alguns momentos de tensão, como aconteceu com uma moça lituana. "A maluca tentou ficar comigo no vagão do trem, indo de São Petersburgo para Tallinn, quando o marido dela foi ao banheiro e os dois filhos dormiam no mesmo vagão! Mas eu não deixei", relembrou.

Em busca da mulher perfeita

O viajante aproveita a vida com liberdade, sem se prender, mas aberto 100% a relacionamentos - até duradouros. Ele pretende conhecer a mulher da sua vida durante as viagens pelo mundo, mesmo que sua estadia pelos países possa ser de curto prazo.

Banheiro da balada em Bangcoc, na Tailândia
Viajante Anônimo
Banheiro da balada em Bangcoc, na Tailândia

"Se eu me apaixonei por uma mulher, posso ficar semanas, meses ou anos com ela, sem problemas. Ainda não aconteceu de ter uma pessoa que me prenda por toda a vida, mas estou 100% aberto a isso. Um ponto importante é: eu nunca digo que vou deixar o país quando conheço a mulher. Sempre que chego em um lugar, digo que mudei pra lá, e pretendo ficar enquanto estiver feliz - o que é verdade", avisou.

"Acho que perfeição é momentânea. Tem dias, depois de viajar muito, que você acaba ficando um pouco carente, e a mulher que aparece na sua vida naquele momento irá tornar-se 'perfeita' com mais facilidade. Mas depois, quando a carência passa, você percebe que ela não era tão ideal assim. De qualquer forma, eu me considero pronto para casar e ter filhos, mas continuo solteiro, então isso deve responder sua pergunta", completou.

E o que o Viajante Anônimo procura na mulher ideal? "Amor, não é isso que todos queremos no final?", finallizou.

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