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Empresa de pesquisa bioquímica está por trás do Lybrido, medicamento que promete aumentar o desejo sexual das mulheres

Problemas de disfunção sexual não são exclusivos do homem. No entanto, desde 1998 eles podem recorrer ao Viagra, enquanto as mulheres ainda não têm à disposição um medicamento com propriedades semelhantes. Esse cenário pode mudar em 2016.

"Viagra feminino" promete resolver os problemas de disfunção sexual nas mulheres
Getty Images/Photodisc
"Viagra feminino" promete resolver os problemas de disfunção sexual nas mulheres

A Emotional Brain, empresa de pesquisa bioquímica especializada em disfunção sexual feminina e com sedes nos Estados Unidos e na Holanda, desenvolveu um remédio que promete resolver a falta de desejo da mulher dentro de três a seis horas após sua ingestão.

A FDA (Food and Drug Administration), órgão que controla e regulamenta alimentos e medicamentos nos EUA, está analisando o Lybrido, podendo liberá-lo para o mercado em três anos. No momento, 420 americanas estão testando o remédio.

A fórmula vai atuar nas regiões cerebrais que produzem a dopamina, o neurotransmissor ligado ao prazer. De acordo com a Emotional Brain, o medicamento aumenta o desejo sexual na mulher, assim como a lubrificação da vagina. Para as mulheres que não têm apetite na cama por conta de experiências negativas, a empresa desenvolveu um segundo remédio.

De acordo com as pesquisas, o desejo da mulher cai consideravelmente em relaciomentos com mais de quatro anos, enquanto o homem não apresenta grandes mudanças. As participantes do teste estão em relações longas para evitar que uma nova paixão possa interferir nos resultados do estudo - além do próprio namoro ou casamento, é claro. A Emotional Brain estima que 40% da população feminina adulta dos EUA não está satisfeita com sua vida sexual.

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