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Tratamento com ondas de choque promete ereções naturais e espontâneas

Até pouco tempo, homens com disfunção erétil deveriam recorrer a medicamentos como o Viagra para solucionar o problema. No entanto, apesar de resolver a questão na cama, o comprimido vem com uma série de consequências negativas. Recentemente, especialistas divulgaram um estudo apontando uma nova forma de manter a ereção .

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Especialistas em saúde sexual descobrir que tratamento com ondas de choque pode solucionar problemas de ereção
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Especialistas em saúde sexual descobrir que tratamento com ondas de choque pode solucionar problemas de ereção

Ao invés de recorrer aos medicamentos, mais de 70% dos especialistas em saúde sexual do Reino Unido acreditam que submeter o pênis a um tratamento com ondas de choque de baixa intensidade é a solução para a disfunção erétil . De acordo com os médicos, essa é uma forma de garantir que a ereção aconteça de forma mais natural e espontânea do que a Viagra.

Como funciona

Em entrevista ao site “Daily Star”, o médico Vijay Sanger explicou detalhes da técnica. De acordo com ele, são usadas ondas de choque para produzir sinais químicos no pênis que podem ajudar a formar novos vasos sanguíneos. Dessa forma, é possível corrigir o fluxo sanguíneo e aumentar a ereção.

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Segundo Vijay, o tratamento envolve aproximadamente 1,5 mil choques no pênis a cada sessão. Mas não se assuste! Ele garante que os choques são de baixa intensidade. "Não é doloroso e os efeitos colaterais são mínimos”, diz. Vijay afirma que alguns homens costuma sentir desconforto na base do pênis, mas em duas semanas isso é amenizado.

O tratamento funciona da seguinte forma: durante três semanas seguidas, o paciente é submetido a duas sessões de choque por semana. Depois disso, há uma pausa de três semanas e o tratamento volta com mais três semanas, seguindo dessa forma até curar a disfunção erétil. No geral, os efeitos começam a aparecer a partir da oitava semana de choques.

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Os especialistas explicam que o baixo fluxo sanguíneo da disfunção erétil é semelhante ao que acontece quando se tem doença arterial coronariana. “Na verdade, essa tecnologia tem sido utilizada em pacientes com doença cardíaca”, explica. A técnica já está disponível também no Brasil

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