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"Eu me sinto lisonjeado em saber que as pessoas pagam para fazer sexo comigo", afirma rapaz que revela detalhes da rotina e da profissão

Um garoto de programa revelou detalhes envolvendo seu polêmico trabalho. Segundo informações do portal britânico "Daily Mail", em uma postagem na rede social Reddit, o rapaz diz o seguinte: “Eu sou homem que me prostituo, atendo tanto mulheres quanto homens. Pergunte-me qualquer coisa”. E aí, será que ele respondeu uma de suas curiosidades?  

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Garoto de programa ganha mais de R$ 300 por hora e se sente bem em saber que as pessoas pagam para transar com ele
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Garoto de programa ganha mais de R$ 300 por hora e se sente bem em saber que as pessoas pagam para transar com ele


Uma das grandes dúvidas é saber se trabalhar com sexo é algo realmente prazeroso e a resposta é: não! O garoto de programa afirma que sofre por ter que dormir com pessoas aleatórias, mesmo recebendo US$ 100 por hora (aproximadamente R$ 330). Por outro lado, saber que é desejado, aumenta o ego dele. A maior parte dos clientes são mulheres de 30 a 45 anos, que, segundo o profissional, não são atraentes. Na verdade, ele admite que só teve uma cliente que considerava “gostosa”.

Muitos usuários quiseram saber como ele consegue encontrar essas mulheres e ele responde que usa sites específicos para divulgar seus serviços sexuais. O rapaz também revela que quando começou a vender o corpo, tinha uma namorada e ela não via problema no trabalho que ele realizava. “Minha namorada não se importou com o que eu fazia, pois demonstrava que era seguro e fui aberto com ela. Ela realmente não gostava de ver as garotas, mas ela lidou bem com isso”, conta.

Melhor opção?

O motivo que fez ele se tornar um profissional do sexo foi a falta de emprego. Quando se mudou para o Havaí, não conseguia encontrar uma ocupação e precisava arrumar um jeito de pagar as contas. “Postei um anúncio perguntando se algum homossexual gostaria de abraçar um garoto heterossexual bonito por dinheiro”, escreve o rapaz na postagem.

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Por incrível que pareça, funcionou e ele decidiu que deveria ousar mais. Começou a cobrar para transar com mulheres e para oferecer alguns serviços sexuais para homens. Durante o trabalho, ele ainda diz que a aparência do cliente não importa. “No momento [em que estou com a cliente], acho muito fácil fantasiar com outras mulheres ou experiências. Eu fecho meus olhos ou simplesmente os deixo focados em outro lugar e começo a imaginar uma mulher mais atraente”, relata.

Remuneração e DST

Outra dúvida comum é saber como é o sexo quando não envolve dinheiro, e ele responde: “Eu tenho uma vida sexual fora do trabalho. E sim, sexo fora do trabalho ainda é agradável. Se alguma vez se tornar indiferente, eu mudo o estilo. Um relacionamento sexual positivo, excitante e saudável é absolutamente fundamental para manter um relacionamento”.

Quando perguntado sobre o risco de contrair doenças sexualmente transmissíveis (DST), o trabalhador sexual diz que os benefícios do ofício superam os riscos de contrair uma doença ou até de ser violentado. Ele se diz movido pelo alto salário que consegue mensalmente com a profissão.

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“Certamente há riscos e recompensas. Eu gosto muito do trabalho e continuarei a fazê-lo até encontrar algo melhor, suponho. Os riscos não me incomodam. Na verdade, me sinto lisonjeado em saber que as pessoas pagam para fazer sexo comigo”, finaliza o garoto de programa.

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